Boina Preta sim e com muito orgulho... - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados é composto pelas CIAs: 1°, 2°, 3°, Comando, Serviço e Banda, somos todos sim FUZILEIROS, INFANTES e Combatemos com Blindados, sim Senhor... E munido de Boina Preta... Saibam que os Melhores são apenas bons para a INFANTARIA - A Boina Preta não se ganha, conquista-se com sangue e suor... - Uma vez em Estado de Guerra, para o Boina Preta, inimigo na mira, vencido ou capturado, é inimigo morto! Não carregamos bagagens extras, muito menos prisioneiros... Isso é um pouco dos Infantes Boinas Pretas, Filhos do 4° Batalhão de Infantaria e Blindados... Encare o Cão, mas não encare o Infante, pois o Cão perdoa, o Infante NÃO!!! - No dicionário do Infante Blindado a palavra PIEDADE foi apagada DO DICIONÁRIO... - INFANTARIA... BRASIL!!! Boina Preta até a MORTE. Enquanto houver um Soldado do 4° BIB vivo, perdurará a Honra, a Fibra, a Raça e a Astúcia do Boina Preta que um dia se trajou de Verde para Defender as Cores, o Território e o Povo da Nação Brasileira... Com sua VIDA se preciso fosse!!! Isso é Infantaria... Isso é Exercito... Essa é a realidade que paira na mente do Boina Preta em seu dia a dia... CUIDADO...

15 de fevereiro de 2016

O Dia D de Combate ao Mosquito Aedes aegypti - #ZicaZero - ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, o qual perpassa por quatro fases, a saber: ovo, larva, pupa e adulto - combater o principal vetor da Zica Vírus, da dengue e da febre Chicungunha - RECEITA DE REPELENTE CASEIRO CONTRA O AEDES AEGYPTI - Como construir uma armadilha para o mosquito da dengue com garrafa pet (passo a passo) - Como funciona a armadilha para o mosquito da dengue - Você sabia? (Aedes aegypti) - Vamos divulgar e ajudar a combater / matar esse mosquito!!! - Repelir não basta! è preciso matar e extermina-los ainda no ninho - Inseticida aerosol (Baygon - Raid - Detefon) - Inseticida Líquido Baygon, Detefon Mata tudo ação total - Vamos voltar a usar a velha e tradicional bomba de veneno ou como a Vovó dizia (Frit) - O importante é botar ordem em casa: entrou... Morreu.

13 de Fevereiro: O Dia D de Combate ao Mosquito Aedes aegypti



Já começou, hoje, pela manhã, o Dia D, isto é, o Dia de Mobilização para Combate ao Aedes aegypti, em todo território nacional. Campanha esta, já mais do que tardia, mas necessária e imprescindível diante do número crescente de vítimas pelo Zica Vírus e sua correlação aos casos de bebês microcefálicos e à síndrome de Guillain-Barré, bem como a outras doenças transmitidas pelo referido mosquito, como a dengue, a febre Chicungunha e a febre amarela.

O combate ao mosquito Aedes aegypti é um dever de toda a sociedade e autoridades competentes da área de saúde, pois é um mosquito urbano, doméstico, que pode ser reproduzido em qualquer lugar onde haja água parada. No entanto, segundo o site do Dr. Drauzio Varella e outros, o mosquito já foi encontrado também em áreas rurais, possivelmente, levados em recipientes durante as fases de ovos e larvas. 

O mosquito Aedes aegypti, macho, ocasionalmente, também podem picar, mas este só se alimenta de néctar e das seivas de plantas.Apenas as fêmeas infectivas transmitem as doenças para os seres humanos, pois são espécies hematófagas, ou seja, se alimentam de sangue também. Elas apresentam hábitos predominantemente diurnos, atacando mais pela manhã e ao entardecer, preferencialmente, as pernas e os pés, pois os seus voos são baixos.

Segundo SILVA, MARIANO e SCOPEL (2007), a vida média do mosquito Aedes aegypti em torno de 30 dias e as fêmeas - quando férteis - chegam a depositar entre 150 a 200 ovos.

Em termos ambientais, os climas quentes e úmidos (chuvosos) – sobretudo - tropical e equatorial têm uma importância geográfica substancial, pois suas condições ambientais otimizam a sua reprodução e proliferação. Estes também são encontrados em regiões de clima subtropical.

Embora, a presença do mosquito Aedes aegypti já tenha sido verificada até a latitude 45°N (casos esporádicos), por ocasião de estação do ano mais quente, pode-se afirmar que sua ocorrência se limita, geograficamente, entre as latitudes 35°N e 35°S. Em outras palavras, em geral, o mosquito não sobrevive no inverno e nem em regiões de condições climáticas mais rigorosas.

Além da latitude, a altitude é outro fator importante e limitante a sua ocorrência. Estudos indicam que o mosquito Aedes aegypti é encontrado, sobretudo, em altitudes abaixo de 1.000 metros. Todavia, já houve registro de sua presença, na Índia (Ásia) e na Colômbia (América do Sul), a 2.200 metros acima do nível do mar.


Sendo assim, pode-se afirmar que o mosquito não se desenvolve em baixas temperaturas e nem em altitudes elevadas. As regiões tropicais e subtropicais são as que oferecem melhores condições para o desenvolvimento completo do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, o qual perpassa por quatro fases, a saber:  ovo, larva, pupa e adulto. 




Em razão do nível alarmante dos registros, sobretudo, de Zica Vírus e da dengue no país, a campanha nacional visa orientar e inspecionar casas, terrenos baldios e outros que possam apresentar locais criadouros do mosquito. São estes os alvos principais dos 220 mil militares das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha), 46 mil técnicos de combate às endemias e 266 mil agentes comunitários de saúde, aproximadamente, que, junto com outros, estarão distribuídos nos 353 municípios a serem vistoriados neste sábado. 

De acordo com as mídias, estas cidades foram escolhidas - pelo Ministério da Saúde – por apresentarem maior incidência de pessoas infectadas pelo mosquito. E, sendo assim, o foco é combater o principal vetor da Zica Vírus, da dengue e da febre Chicungunha à partir da eliminação dos seus criadouros.

Estes criadouros podem ser encontrados em qualquer espaço, em casa, no quintal, em terrenos baldios, espaços públicos (praças), clubes, entre outros. Sendo assim, toda a atenção deve ser concentrada em recipientes artificiais, que possam acumular água da chuva, como pneus, latas, garrafas, caixa d’ água descoberta, piscinas sem uso, fundo de garrafa vidro utilizados nos muros para segurança da casa, calhas, tampinha de garrafa de bebida, pratinhos de vasos de plantas etc.

Consideram-se, ainda, como criadouros naturais para o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, as bromélias, os bambus e os buracos existentes em árvores. As bromélias, por exemplo, só para citar algo semelhante, no início da década de 40 (Século XX) foram totalmente dizimadas, em áreas florestais do litoral catarinense (SC), devido a descoberta da correlação da planta como criadouro natural dos mosquitos do subgênero Kerteszia, causador da malária (ou impaludismo) na região.

A área limítrofe do chamado “Complexo bromélia-malária”, no referido estado da região Sul do país, se estendia - no sentido norte-sul – entre a divisa do estado com o Paraná e com o Rio Grande do Sul, compreendendo a faixa entre as Serras Geral e do Mar até à costa oceânica (litoral).

Com a descoberta desta correlação, os métodos de combate, até então empregados, passaram a focar a eliminação dos criadouros dos ovos e larvas do mosquito, ou seja, a destruição das bromélias.

Quando eu estudei na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), eu ouvi esta história e há publicações a respeito disso. Na época, as pessoas citavam e muitas apresentavam opiniões diversas sobre a radicalização do método de erradicação da doença. Alguns defendiam a prioridade articulada à saúde humana em detrimento à conservação da espécie vegetal, enquanto outros condenavam o extermínio das bromélias no contexto do equilíbrio do ecossistema.

Não vou colocar em discussão, aqui e neste momento, estas questões. Só alerto que o problema do mosquito Aedes aegypti é de todos e não restrito às ações governamentais. Todos nós somos responsáveis pelos possíveis criadouros artificiais e/ou naturais se forem constatados em nossas residências ou lojas comerciais, assim como áreas públicas e outras cabem às autoridades a fiscalização permanente.




RECEITA DE REPELENTE CASEIRO CONTRA O AEDES AEGYPTI

Este repelente já foi testado e aprovado por muitos. Ele é feito com o cravo-da-índia, que tem a propriedade de afastar insetos.

Anote os ingredientes:
Meio litro de álcool,
1 pacote de cravo-da-índia (10 gramas)
1 vidro de óleo de bebê (100 ml).

O modo de preparo:

Deixe o cravo curtindo no álcool uns quatro dias agitando, cedo e de tarde. Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera). Passe só uma gota nos braços e nas pernas e o mosquito foge do cômodo.


Construa você mesmo uma armadilha para o mosquito da dengue, veja como é simples



Prevenir a dengue deve ser uma obrigação de todos, pois, varias cidades do Brasil estão com surto de dengue. Não deixar pneus,embalagens e recipientes acumulando água é a maneira mais importante para evitar a proliferação de mosquitos Aedes aegypti. Mas com uma simples garrafa pet de um e meio a dois litros, é possível fazer uma armadilha que retira do ambiente as futuras gerações de mosquitos, e hoje você vai aprender a fazer uma armadilha para o mosquito da dengue. Construir uma armadilha para o mosquito da dengue é muito simples, e você provavelmente tem quase todos os itens na sua casa, Depois de pronta, ela vai atrair as fêmeas de mosquitos para depositarem seus ovos naquela maternidade. Os ovos ficam fixados na borda interna da tampa da armadilha,quando nascem as larvas, elas descem pelo bocal atrás de comida e não conseguem mais sair.


Veja como montar uma armadilha para o mosquito da dengue, itens necessários:

Uma garrafa PET;
Lixa de madeira do tipo 220;
Fita isolante;
Micro tule (você encontra em lojas de tecidos ou armarinhos);
Tesoura;
Alpiste ou comida para gato.



Modo de fazer

1 – Use tesoura para cortar uma garrafa pet grande em duas partes. Para ficar mais fácil, amasse a garrafa até obter uma dobra e, só então, perfure o plástico e corte os dois pedaços. Guarde o anel do lacre da tampinha.

2 – Com uma lixa, lixe toda a superfície interna da parte superior da garrafa, aquela em forma de funil. Faça isso até o plástico ficar fosco e áspero. Essa será a tampa da sua armadilha.

3 – Remova o anel do lacre da tampinha sem danificá-lo. Corte um pedaço de microtule – tem que ser micro mesmo, para bloquear a passagem das larvas – e use o anel para prendê-lo à boca do funil, empurrando até pelo menos a segunda volta da rosca.

4 – Triture algumas sementes de alpiste ou uns 10 grãos de ração para gatos, jogue no fundo da base da garrafa e coloque água. Os micróbios que ficam em volta dessas iscas vão se multiplicar e servir de alimento para as larvas.



5 – Posicione o funil, com a boca para baixo, dentro da base da garrafa. Depois de encaixar as duas peças, use fita isolante para fixá-las. Certifique-se de que a estrutura foi realmente vedada.

6 – Aumente o nível de água, procurando o ponto médio entre o topo da armadilha e a boca da garrafa. Marque essa altura com um pedaço de fita. Você terá que completar conforme o líquido for evaporando.


Como funciona a armadilha para o mosquito da dengue


  
7 – A mãe aegypti depositará seus ovos na parede da garrafa, logo acima da linha da água. Depois de uma semana, complete o líquido até o nível marcado – a partir de agora, você deve observar diariamente e acrescentar água quando necessário.

8 – Em contato com a água, os ovos eclodirão. E as larvas, famintas, vão nadar até o fundo da garrafa, através do microtule. Depois de comer, crescer e atingir o estágio adulto, os insetos não conseguem mais passar pela rede e morrem afogados. Termina, assim, uma geração de mosquitos.


Você sabia ?

Que só as fêmeas do Aedes aegypti picam as pessoas; e que elas têm capacidade para voar até 200 metros na sombra, e produzir uma média de 300 ovos durante sua vida?

Que os ovos de Aedes aegypti, depois de secos, podem continuar viáveis por até dois anos numa superfície seca, esperando a presença de água para eclodir?

Que existe um componente genético na dengue hemorrágica. Ou seja, há pessoas que, mesmo sendo contaminadas pelos mosquitos nunca apresentam os sintomas da dengue – mesmo sendo picada pelo aedes aegypti - enquanto tem outras que, se contaminadas, vão expressar a virose de forma branda, intermediária ou grave, podendo até manifestar a forma hemorrágica?

Que as estatísticas indicam que 57% de todos os casos de dengue hemorrágica registrados no mundo acontecem em crianças com oito anos.

Vamos divulgar e ajudar a combater esse mosquito!!!





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