Boina Preta sim e com muito orgulho... - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados é composto pelas CIAs: 1°, 2°, 3°, Comando, Serviço e Banda, somos todos sim FUZILEIROS, INFANTES e Combatemos com Blindados, sim Senhor... E munido de Boina Preta... Saibam que os Melhores são apenas bons para a INFANTARIA - A Boina Preta não se ganha, conquista-se com sangue e suor... - Uma vez em Estado de Guerra, para o Boina Preta, inimigo na mira, vencido ou capturado, é inimigo morto! Não carregamos bagagens extras, muito menos prisioneiros... Isso é um pouco dos Infantes Boinas Pretas, Filhos do 4° Batalhão de Infantaria e Blindados... Encare o Cão, mas não encare o Infante, pois o Cão perdoa, o Infante NÃO!!! - No dicionário do Infante Blindado a palavra PIEDADE foi apagada DO DICIONÁRIO... - INFANTARIA... BRASIL!!! Boina Preta até a MORTE. Enquanto houver um Soldado do 4° BIB vivo, perdurará a Honra, a Fibra, a Raça e a Astúcia do Boina Preta que um dia se trajou de Verde para Defender as Cores, o Território e o Povo da Nação Brasileira... Com sua VIDA se preciso fosse!!! Isso é Infantaria... Isso é Exercito... Essa é a realidade que paira na mente do Boina Preta em seu dia a dia... CUIDADO...

7 de fevereiro de 2015

AI - Ato Institucional à vista, e desta vez ela virá reconfigurada - Um caminho traçado, sem volta - O Brasil envolto à essa bagunça promovida pela mídia mentirosa, está perdendo todas suas riquezas - Vê se acorda Brasil e Brasileiros


Quando falamos sobre o regime militar, não devemos incorrer no erro de pensar que a ditadura foi imposta pelo poder das armas do dia para a noite. De fato, percebendo as ações da época, vemos que o regime militar se instalou por meio de ações que paulatinamente desarticularam o regime democrático nacional. 

Nesse sentido, devemos grifar a importância que os chamados Atos Institucionais (AI’s) tiveram para que os militares reconfigurassem a vida política brasileira.


Mediante uma simples explicação, podemos identificar os Atos Institucionais como decretos que eram validados sem que para isso houvesse a aprovação de um órgão legislativo. 

Ou seja, o presidente determinava a validação de uma lei que não era discutida por deputados e senadores que pudessem vetá-la ou reformá-la. Sob tal aspecto, os AI’s eram a mais concreta confirmação de que o Poder Executivo central alargava suas capacidades.



 



 



 
  

  


  
  

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