Boina Preta sim e com muito orgulho... - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados é composto pelas CIAs: 1°, 2°, 3°, Comando, Serviço e Banda, somos todos sim FUZILEIROS, INFANTES e Combatemos com Blindados, sim Senhor... E munido de Boina Preta... Saibam que os Melhores são apenas bons para a INFANTARIA - A Boina Preta não se ganha, conquista-se com sangue e suor... - Uma vez em Estado de Guerra, para o Boina Preta, inimigo na mira, vencido ou capturado, é inimigo morto! Não carregamos bagagens extras, muito menos prisioneiros... Isso é um pouco dos Infantes Boinas Pretas, Filhos do 4° Batalhão de Infantaria e Blindados... Encare o Cão, mas não encare o Infante, pois o Cão perdoa, o Infante NÃO!!! - No dicionário do Infante Blindado a palavra PIEDADE foi apagada DO DICIONÁRIO... - INFANTARIA... BRASIL!!! Boina Preta até a MORTE. Enquanto houver um Soldado do 4° BIB vivo, perdurará a Honra, a Fibra, a Raça e a Astúcia do Boina Preta que um dia se trajou de Verde para Defender as Cores, o Território e o Povo da Nação Brasileira... Com sua VIDA se preciso fosse!!! Isso é Infantaria... Isso é Exercito... Essa é a realidade que paira na mente do Boina Preta em seu dia a dia... CUIDADO...

5 de agosto de 2013

EXPORTADORES DO TERRORISMO “PREVENTIVO” - Isso é DEMOCRACIA...

EXPORTADORES  DO TERRORISMO
“PREVENTIVO”

FIGURA xxxxxxxx

“Os EUA tinham, entre suas vantagens estratégicas, a distância dos campos de enfrentamento das duas guerras mundiais e a suposta inviolabilidade do seu território. Até que os atentados de 2011 quebraram essa característica e geraram a paranóia, que os EUA exportaram para o mundo.

A partir dali, os EUA desencadearam o que chamaram de “
guerra ao terror”, a exportação do terrorismo “preventivo” para todos os territórios que eles considerem de risco para sua integridade. Reivindicaram para si o direito de fazê-lo de forma preventiva, o que elimina qualquer necessidade de provas concretas, porque supõe um risco potencial.

Foram assim as invasões do Afeganistão e do Iraque, esta sem sequer aprovação do Conselho de Segurança da ONU, com acusações que os próprios países invasores –
 EUA e Inglaterra – confessaram posteriormente não corresponderem à realidade.


O projeto norte-americano era reeditar o que fizeram com o Japão –
uma civilização tão distante da dos EUA como são as do Iraque e do Afeganistão, que se tornou o maior aliado norte-americano na região. Mas, para isso, tiveram que atirar duas bombas atômicas, em Hiroshima e em Nagasaki.

A invasão norte-americana era presidida pela idéia de
 levar a democracia liberal a um mundo considerado “bárbaro”, hostil à civilização – sem se dar conta que se trata das civilizações mais antigas da humanidade. Nada revelou, rapidamente, o caráter das invasões, quando “os poços de petróleo foram protegidos” no Iraque, assim que as tropas desembarcaram, mas os museus e outras relíquias foram saqueadas.

Desde então, uma década não foi suficiente para que a ordem norte-americana reinasse na região. Os atentados e as vítimas aumentam e nenhuma ilusão resta de que qualquer simulacro de
 democracia liberal pudesse ser imposto.

Mesmo vencedores na guerra fria, os EUA são incapazes de estabilizar a ordem mundial. Desde o fim da bipolaridade mundial, há mais guerras e menos paz no mundo. Os EUA se revelaram incapazes de participar de duas guerras simultaneamente, apesar da imensa superioridade militar.

O mundo, 11 anos depois do 11 de setembro de 2001, é um lugar menos seguro, mais instável, dominado pelas turbulências econômicas e militares, e deve seguir assim por bom tempo, até que novas forças possam impor um mundo multipolar, de paz e de conflitos negociados politicamente.”


FONTE: escrito pelo cientista político Emir Sader no site “Carta Maior”