Boina Preta sim e com muito orgulho... - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados é composto pelas CIAs: 1°, 2°, 3°, Comando, Serviço e Banda, somos todos sim FUZILEIROS, INFANTES e Combatemos com Blindados, sim Senhor... E munido de Boina Preta... Saibam que os Melhores são apenas bons para a INFANTARIA - A Boina Preta não se ganha, conquista-se com sangue e suor... - Uma vez em Estado de Guerra, para o Boina Preta, inimigo na mira, vencido ou capturado, é inimigo morto! Não carregamos bagagens extras, muito menos prisioneiros... Isso é um pouco dos Infantes Boinas Pretas, Filhos do 4° Batalhão de Infantaria e Blindados... Encare o Cão, mas não encare o Infante, pois o Cão perdoa, o Infante NÃO!!! - No dicionário do Infante Blindado a palavra PIEDADE foi apagada DO DICIONÁRIO... - INFANTARIA... BRASIL!!! Boina Preta até a MORTE. Enquanto houver um Soldado do 4° BIB vivo, perdurará a Honra, a Fibra, a Raça e a Astúcia do Boina Preta que um dia se trajou de Verde para Defender as Cores, o Território e o Povo da Nação Brasileira... Com sua VIDA se preciso fosse!!! Isso é Infantaria... Isso é Exercito... Essa é a realidade que paira na mente do Boina Preta em seu dia a dia... CUIDADO...

14 de junho de 2012

GUARANI - Viatura Blindada Transporte de Pessoal substituirá o nosso famoso CBTP - Carro Blindado de Transporte de Pessoas




Desenvolvimento Nacional:Lula manda fabricar 3 mil veículos blindados ao Exército por R$6 Bilhões
Postado por Espaço Democrático de Debates às 14:48 Marcadores: Brasil Global Player, Brasil Potência Militar, Desenvolvimento Estratégico, Desenvolvimento Soberano do Brasil, Indústria Bélica brasileira 0 comentários
Véiculos Serão Fábricados em Minas Gerais,numa parceria do Centro de Ciência e Tecnológia do Exército e Grupo Fiat.Novos blindados irão charma-se Guaranis.

Viatura Blindada Transporte de Pessoal Média de Rodas (VBTP-MR)
Após o anúncio da compra de caças para a Aeronáutica e de submarinos para a Marinha, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou hoje que o presidente Lula autorizou o início da fabricação de 3 mil novos veículos blindados de transporte para o Exército. “O presidente autorizou o início do projeto inicialmente chamado Urutu III, agora rebatizado Guarani, que vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”, disse Jobim, após participar no Rio da troca do Comando de Operações Navais no Porta Aviões São Paulo.
De acordo com o ministro, serão investidos na construção dos Guaranis R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos. Os veículos serão construídos pela fábrica Fiat Iveco, em Sete Lagoas, Minas Gerais. A licitação foi vencida em 2007. Em abril, a fabricante apresentou uma maquete em tamanho real da viatura blindada na Feira Latin America Aero & Defense (LAAD), no Rio. O motor e 60% dos componentes serão nacionais para diminuir o custo de produção.
A previsão da Iveco é que a primeira unidade fique pronta em 2010 e que 16 veículos sejam testados até 2011. Os exames serão realizados no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), localizado em Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio. Os testes vão examinar a durabilidade do veículo, ergonomia e a blindagem estrutural para saber se o Guarani suporta explosões de minas terrestres, por exemplo.
Comparado ao EE-11 Urutu, modelo em uso hoje pelo Exército, o Guarani traria vantagens como proteção blindada superior, maior mobilidade, maior capacidade de transposição de trincheiras, maior capacidade de degrau vertical, ar condicionado, sistema de freio com disco duplo e ABS, GPS, sistema automático de extinção de incêndio e de detecção de laser.

Análise:
” O VBTP-MR é um veículo inteiramente novo, com características próprias e inéditas, como o fato de usar chassi em longarinas de aço. Modelos deste tipo normalmente possuem carroçaria monobloco.
A adoção do chassi visa baixar custos. “A manufatura em monobloco é mais cara e complexa. E com a adoção do chassi, o veículo fica mais alto com relação ao solo, o que oferece algumas vantagens operacionais.
O projeto de engenharia está avançado. O trabalho começou em dezembro de 2007, após a assinatura do contrato. O conhecimento básico para o desenvolvimento do VBTP-MR vem da Iveco Defence, divisão militar baseada em Bolzano, Itália, onde a Iveco produz uma variedade de veículos militares blindados de múltipla aplicação e táticos para forças armadas de vários países do mundo.
Além dos especialistas da Iveco Defence, o projeto envolve engenheiros do Exercito Brasileiro e da Iveco no Brasil, além de especialistas da Comau, empresa de engenharia automotiva do Grupo Fiat.
São cerca de 30 pessoas diretamente envolvidas. Até o momento, o trabalho já consumiu 25 mil horas de engenharia.
O responsável pelo projeto da nova viatura é o engenheiro Renato Properzi, da Iveco Defence, com larga experiência em desenvolvimento de veículos militares blindados de rodas.
Properzi foi responsável pelos projetos dos veículos blindados da Iveco Defence Centauro AIFV 8×8 e Puma VBL (Veículo Blindado Leggero) nas versões 4×4 e 6×6.
O projeto VBTP-MR é fruto do processo de seleção de empresas promovido pelo Exército em 2007, vencido pela Iveco. Um dos fatores decisivos nesta escolha foi a experiência da divisão Iveco Defence Vehicles, que projeta, produz e comercializa diversos veículos militares, incluindo modelos similares ao VBTP-MR brasileiro.
O veículo desenvolvido em conjunto entre a Iveco e o Exército (por meio do projeto Mobilidade Estratégia e pelo DCT – Departamento de Ciência e Tecnologia) será uma viatura de transporte de 18 toneladas, equipada com motor diesel eletrônico, tração 6×6 e capacidade anfíbia, capaz de transportar 11 militares.
As especificações básicas indicam 6,91 metros de comprimento, 2,7 metros de largura e 2,34 metros de altura. O modelo poderá ser equipado com uma torre de canhão automático ou de metralhadora operada por controle remoto para diversas aplicações diferentes, e pode ser aerotransportado por um avião tipo Hercules C-130.
A missão inicial do projeto VBTP-MR é substituir a frota atual de blindados de transporte de tropas do Exército, basicamente formada por modelos tipo EE-11 Urutu. O novo veículo também será a plataforma base de uma família de blindados médios de rodas que poderá ter até mais dez versões diferentes, incluindo veículos de reconhecimento (ou carro de combate), socorro, combate de fuzileiros, posto de comando, comunicações, morteiro leve, morteiro pesado, central diretora de tiro, oficina e ambulância.

O projeto também tem como meta criar uma base altamente especializada para o desenvolvimento de veículos militares no Brasil, neste processo, pretende-se estabelecer a presença da Iveco Defence no Brasil”.


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