Boina Preta sim e com muito orgulho... - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados é composto pelas CIAs: 1°, 2°, 3°, Comando, Serviço e Banda, somos todos sim FUZILEIROS, INFANTES e Combatemos com Blindados, sim Senhor... E munido de Boina Preta... Saibam que os Melhores são apenas bons para a INFANTARIA - A Boina Preta não se ganha, conquista-se com sangue e suor... - Uma vez em Estado de Guerra, para o Boina Preta, inimigo na mira, vencido ou capturado, é inimigo morto! Não carregamos bagagens extras, muito menos prisioneiros... Isso é um pouco dos Infantes Boinas Pretas, Filhos do 4° Batalhão de Infantaria e Blindados... Encare o Cão, mas não encare o Infante, pois o Cão perdoa, o Infante NÃO!!! - No dicionário do Infante Blindado a palavra PIEDADE foi apagada DO DICIONÁRIO... - INFANTARIA... BRASIL!!! Boina Preta até a MORTE. Enquanto houver um Soldado do 4° BIB vivo, perdurará a Honra, a Fibra, a Raça e a Astúcia do Boina Preta que um dia se trajou de Verde para Defender as Cores, o Território e o Povo da Nação Brasileira... Com sua VIDA se preciso fosse!!! Isso é Infantaria... Isso é Exercito... Essa é a realidade que paira na mente do Boina Preta em seu dia a dia... CUIDADO...

5 de junho de 2011

Ralo... - Infantaria - 4° BIB - Boina Preta - BIB

Olhar apetitoso...
A maldade domina a mente do Infante...
Resultado de ralo, muito ralo...
  O semblante do Infante demonstra estar preparado para munir-se com equipamentos de ataque e defesa e embarcar via destino ignorado para defender divisas, côres, honra e a dignidade do povo brasileiro, com a vida se preciso for...

4° BIB...  Infantaria...  1ª... do Cão!!!
 



 
 
SD FILHO - 1063

Canção do Expedicionário - Fotos Expedicionários - Canção cantada nos acampamentos realizados pelo 4° Batalhão de Infantaria e Blindados - Quitaúna - Osasco-SP



 Canção do Expedicionário

Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.
Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacaranda,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.












 O semblante do Infante demonstra estar preparado para munir-se com equipamentos de ataque e defesa e embarcar via destino ignorado para defender as côres, a honra e a dignidade do povo brasileiro, com a vida se preciso for...


4° BIB...  Infantaria...  1ª... do Cão!!!



 

SD FILHO - 1063

3 de junho de 2011

Defesa dos Portões do Aquartelamento - 4° BIB - Batalhão de Infantaria e Blindados - Boina Preta

DEVERES DO SENTINELA

DEFENDER A ÁREA DO AQUARTELAMENTO CONTRA AS AÇÕES DO INIMIGO...

ESTAR PREPARADO PARA MATAR........................ E SE OS QUARENTA TIROS DE FUZIL FALHARAM.................. CAPTURAR O INIMIGO.


NOTA:
INIMIGO BOM É INIMIGO MORTO!
ELE NÃO FALA, NÃO HOUVE, NÃO VÊ E NÃO TESTEMUNHA CONTRA VOCÊ...

(LEI QUE REGE DIA E NOITE, VISANDO PROTEGER O QUARTEL)


TENHA CUIDADO EM NÃO ULTRAPASSAR LIMITES ESTABELECIDOS PRÓXIMOS AS DEPENDÊNCIAS DE UM QUARTEL, SAIBA QUE SUAS CHANCES DE SOBREVIVÊNCIA SERÃO AS MÍNIMAS POSSÍVEIS. 
CUIDADO, MUITO CUIDADO...

SD FILHO - 1063

2 de junho de 2011

Hino Canção do 4° Batalhão de Infantaria e Blindados - Boina Preta - Elite do Exército Brasileiro















CANÇÃO DO 4° BIB


GRANDE E BELA NAÇÃO BRASILEIRA
PÁTRIA AUGUSTA DE BRAVOS SOLDADOS
QUE LEVARAM SUA IMENSA FRONTEIRA
GRANDES FEITOS JAMAIS IGUALADOS
SEM TER SIDO EMPENHADO EM CONQUISTAS
TRADIÇÃO DE GRANDEZA E AMOR
TENDO A PAZ E HARMONIA POR VISTA
GRANGEASTE RENOME VALOR.



MOCIDADE IMPOLUTA EXULTAI
QUE A AVENTURA POR TUDO SORRI
VOSSO ORGULHO EM ESTROFES CANTAI
SOIS SOLDADO DO QUARTO BIB



SEMPRE, SEMPRE COM BRILHO E DENODO
TRABALHAI PELA VOSSA UNIDADE
SEM COM TUDO ESQUECER-VOS DE TODOS
DAR-LHE SÃ E PERFEITA AMIZADE
BANDEIRANTES DA NOVA CRUZADA
CAMINHAI PARA FRENTE NA ALTURA
NOS TORMENTOS DA NOSSA JORNADA
JUNTAI LOUROS DE GLÓRIA E BRAVURA



MOCIDADE IMPOLUTA EXULTAI
QUE A AVENTURA POR TUDO SORRI
VOSSO ORGULHO EM ESTROFES CANTAI
SOIS SOLDADO DO QUARTO BIB





SD 1063 - FILHO...

Hino Nacional Brasileiro - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados - Quitaúna - Osasco-SP

 
 


Hino Nacional Brasileiro

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
           
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil! 

SD FILHO - 1063...

Hino da Independência - SD FILHO - 1063 - 4° Batalhão de Infantaria e Blindados - Quitaúna - Osasco-SP - Brasil

 Velhos e bons tempos em que a população festejava as conquistas Brasileiras...



Hino da Independência

Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
           
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

SD FILHO - 1063...